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Parcelamento de salário vai até o fim do governo Pimentel e atrasos devem continuar

parcelamento dos salários dos cerca de 600 mil servidores de Minas Gerais e os atrasos das datas das escalas anunciadas devem continuar até o fim do governo Fernando Pimentel (PT). A situação foi admitida  pelo secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, que participou do lançamento do plano estadual de desenvolvimento da gastronomia, junto do governador do estado.

A possibilidade de acabar com o escalonamento chegou a ser acenada em fevereiro por Pimentel como um horizonte para abril deste ano, mas, de acordo com Helvécio, ela não existe mais. “Poderia, mas não tem mais a mínima possibilidade”, afirmou o secretário de Planejamento conforme publicado em reportagem do Estado de Minas.

ainda acordo com Helvécio Magalhães, os atrasos nos pagamentos se devem ao fato de o governo de Minas estar pagando os salários com recursos correntes.

“Aí é a imprevisibilidade. O que entra está sendo usado para pagar, então depende de as empresas, as grandes contribuintes pagarem no dia e nem sempre elas fazem isso. É uma oscilação do fluxo financeiro, exclusivamente.”

De acordo com Helvécio, o fluxo financeiro do estado tem piorado. “Não entraram os recursos, a Assembleia não vota os projetos, não entrou o empréstimo porque o Tribunal de Contas do Estado Bloqueou e o mercado se assustou. Temos um déficit que está publico, nós sempre anunciamos, e ele vira contingenciamento financeiro”, explicou. O secretário reforçou que não há nenhuma decisão superior ou estratégica sobre os pagamentos que não tenha relação com o fluxo fianceiro.

Fazendo as contas

Para pagar o salário de julho, cujas datas de pagamento não foram anunciadas até a manhã desta quinta-feira, Helvécio Magalhães disse que o governo está “refazendo as contas”.

Segundo Helvécio, os efeitos da greve dos caminhoneiros ainda estão influenciado a situação de piora financeira do estado, que perdeu pelo menos R$ 400 milhões.

“A greve dos caminhoneiros teve efeito imediato muito grande, mas também pelo tempo de apropriação do ICMS ela tem efeitos tardios no Brasil inteiro. Então, a Fazenda ainda está checando os números para anunciar (a escala).

Fonte: Estado de Minas

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