Secretaria de Saúde realiza ações no “Janeiro Branco”

Janeiro Branco

Durante o mês de Janeiro, o setor de Promoção em Saúde, através dos acadêmicos do curso de medicina da Fagoc, realizou nas Unidades de Atendimento Primário à Saúde (UAPS) Bom Pastor, COHAB, Pires da Luz, Schiavon, Peluso, Farmácia Municipal e Policlínica, ‘Salas de Espera’ sobre o tema “estresse e depressão”. A abordagem tem foco na campanha “Janeiro Branco”, que visa conscientizar os cidadãos sobre a importância dos cuidados com a saúde mental.

Os estagiários explicaram aos usuários que aguardavam atendimento, questões sobre o que é o estresse e a depressão, suas principais causas, a relação com outras doenças, com o trabalho, com o uso de certos medicamentos, além de esclarecerem dúvidas sobre os sintoma

Janeiro Branco

s, a relação destes com o desencadear de outras doenças e as formas de tratamento.

De acordo com a coordenadora de Promoção em Saúde, Patricia Colli Francisco, “os transtornos mentais e emocionais são a segunda causa de afastamento dos profissionais de seus serviços e, a Organização Mundial da Saúde (OMS), alerta que uma em cada quatro pessoas sofrerá com um transtorno da mente ao longo da vida. A maioria dos casos ainda é tratada como tabu e esta é a hora de falarmos abertamente sobre o tema”.

NASF promove Educação Permanente sobre o tema

Em paralelo às ações de “Sala de Espera”, os profissionais do Núcleo Ampliado em Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB) realizaram nas Unidades de Saúde dos bairros Cibraci, COHAB, São Domingos, Primavera e Eldorado, momentos de Educação Permanente com os colaboradores das unidades, destacando a Campanha do Janeiro Branco e chamando a atenção para os cuidados com a saúde mental e a luta antimanicomial.

Durante os momentos de Educação Permanente os profissionais exibiram o filme “O bicho de sete cabeças” que mostra uma realidade parcial em que vivem os pacientes nestes hospitais psiquiátricos (manicômios). O filme promove uma reflexão com relação aos tratamentos, e deixa claro que esse tipo de procedimento é deprimente, ineficaz e permite-nos refletir sobre o que é realmente “normal”.

Fonte: PMU

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